quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Do not want to remember...


Tudo que fiz até um tempo atraz se transformaram em lembranças que ja não são tão nítidas na memória. Algumas foram se apagando aos poucos com o tempo, outras ainda estão sendo perseveras no propósito de não quererem ser esquecidas tão cedo. Existem aquelas que passam despercebidas, mas outras que continuam firme e forte, como ja citadas.

Sinto que com o tempo fui deixando que a covardia fosse tomando conta de mim. Me acustumei ao conforto de poder controlar a minha volta, como se construisse uma muralha que me protege de sentimentos que sempre costumam brincar comigo todo o tempo. E que de quebra me trazendo mais um sentimento, o da dúvida. Será que vou ser feliz se arriscar tudo que construi até agora? Ou será que tudo desmoronará em questões de segundos e mostrará o que mais temo?
Lembranças. Sentimentos. Sofrimento. Dúvidas.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Confissões.


Eu ja devia saber que se eu voltasse a pensar sobre meus sentimentos, eu correria o risco de me lembrar de como é senti-los novamente. A muito tempo atras exclui do meu pensamento imagens como, eu e você. Não vou dizer que foi fácil, porque não foi. Bem, excluir não é uma palavra muito correta para descrever, esqueci do quase. Quase exclui você totalmente da minha memória, mas não me arrependo de não te-lo feito, pois é para isso que serve paixões... amores... para nos confundir, nos deixar felizes ou tristes, nos enlouquecer para que no fim aprendermos as lições e na próxima não erramos novamente, se é que é possivel.

Quando se fala em amor, não se pode prever nada. De repente podemos sentir algo por um amigo, por alguem que nada mais é aquele cara que nunca dissemos um ''oi '', ou por alguem que nunca vimos na vida. Imprevisível e viciante. Um sentimento único, que eu sempre temi sentir outra vez, mas que me peguei inúmeras vezes sonhando com ele, inconscientemente ou não.

Penso que todo meu esforço pelo não sofrimento, me faz sofrer mais. E agora que sinto uma faísca dentro de mim, sei que se não me prevenir do que pode vir a tona logo mais, eu possa voltar a repetir a mesma história, e a última coisa que quero é repeti-la.